emily diz olá.

cantinho do leitor moderno: existe amor em sp, poa ou cachoeirinha, etc

Por Pepe

Um dos meu filmes favoritos é aquele inspirado no livro “High Fidelity” do Nick Hornby. O plot é: um dono de uma loja de discos que faz um top 5 dos seus desamores. É amor falado de um jeito ˜MANEIRO˜. Mas é exceção.

Porque falar de amor é tão brega?
Porque os filmes que falam de amor são tão bregas?
Porque ninguém mais acredita nisso?
Ninguém mais acredita nisso?
Porque o Pedro pediu pra eu fazer esse post?

A grande verdade é que o amor, como a gente (não) conhece, morreu. Não existe mais amor em SP porque não existe mais amor em lugar nenhum.
Certo?

Não. Espera.

Muita gente tá pouco se lixando pro _COMMITTED_. E esse ‘who cares’ até pode ser massa.

O problema é que os relacionamentos na vida de grande parte da galerinha hoje são tipo a prefeitura de Porto Alegre e a copa. A gente sabe que lá pra frente vai ter coisa séria, mas por enquanto a gente vai só levando. Brincando. Gastando dinheiro em besteiras. Rindo da ressaca. Perdendo tempo, talvez. Mas porque é divertido. É descomplicado.

“Não preciso te dar satisfação”. “Eu sei o que eu to fazendo”. “NUN-CA pensei em me casar”.

A grande verdade é que o tempo passa e uma hora isso tudo perde a graça. Sem moralismos. Enche o saco mesmo. E há uns meses atrás eu nem pensava nisso. Mas é que uma hora a gente SILIGA que tem muito mais diversão do que pagar de slut-foda-se-eu-to-na-pista. A geração “PARA SEMPRE JOVENS” já envelheceu. Essa ideia já é boring. E isso não é um ‘abaixo a putaria’. NÃO MESMO.

A gente só quer um pouco de profundidade, conteúdo e não só uma tatuagem-símbolo-japonês. A gente quer conversar e não só derrubar cerveja. Ouvir música boa e não só hit. A gente quer que a pirataria continue, mas a gente gosta do netflix.

Relacionamentos pelo PINTEREST. Compartilhando coisas legais, sempre. Será que cola?

Eu acho que sim.
E tomara que cada vez mais gente também.
Porque como diria o próprio Nick Hornby, em outro filme supimpa:
“No man is an island”.

Tomara.

Pepe Mendina é Vj local e michê

Papo franco com Costanza Pascolato

Na última segunda, os fashionistas (e os básicos também, tipo a gente) assistiram a um TalkShow com a grande diva da moda brasileira, Costanza Pascolato.
A conversa fez parte da programação da 2ª edição do Moinhos Preview, e também contou com a presença de Paulo Borges, diretor criativo da SPFW. A musa ainda bateu um papo-rápido-porém-franco com o blog do Mais Preza, sobre gaúchos, moda e dicas de vida.

O que tu acha do estilo dos gaúchos?
Eu cheguei há pouco, não deu para ver muito. Mas o que me surpreendeu é que vocês também usam muitas cores fortes, achei que vocês fossem mais discretos.

É possível ter amigos de verdade no mundo da moda?
É sim, só depende do que você espera das pessoas, qual o nível da amizade.

Para terminar, que dicas tu pode dar para se dar bem no amor e para ganhar dinheiro?
De amor, acho que a gente não deve ficar colocando a outra pessoa acima de tudo, esquecendo da gente, sabe? Agora de como ganhar dinheiro… Bom, isso eu não sei até hoje.

Postado originalmente no blog Mais Preza

eaí, tudo bom?

Eu comecei a faculdade, né. E fiz muitos amigos novos. E aproveitei muito o 1o semestre ficando de ressaca sempre (e no 2o, no 3o e no 4o tbm). Até fiz um blog sobre esses amigos e essas ressacas, que fez muito sucesso, até dei palestra sobre ele.

Também trabalhei pra caraleo. Primeiro era repórter atrapalhado de um programa de cultura, fiz as pautas mais loki, entrevistei um monte de gente genial. Agora sou repórter em apuros de um jornal ~~jovem e continuo fazendo as pautas mais loki. Vamo vê no que isso vai dar.

Eu fiquei a fim de umas pessoas, algumas foram umas escrotas, outras só chatas. Mas eu ainda prefiro as escrotas, por que essas pelo menos rendem assunto pro bar.

Viajei sozinho pela 1a vez, fui pra SP e fiquei uma tarde andando por lá perdido e comprando coisas que eu ainda não usei e nem sei se eu vou.

Acho que minhas roupas melhoraram, o cabelo também. Eu comecei a usar óculos depois que eu peguei um ônibus errado e fui parar em Ipanema. Minha família deu uma aumentada, o numero do meu telefone mudou duas vezes.

Eu continuo gostando das mesmas coisas e fazendo as mesmas piadas. Vi os shows da minha vida (até agora) e assistis uns filmes cults, mas que eram muito ruins. Ataquei de DJ nas festinhas da faculdade. Larguei a terapia e fiz um curso de teatro.

E tu?

o fim da modas

domingo

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manson & lana

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